Tuesday, August 14, 2012
We are not the champions
Tuesday, March 29, 2011
Camisa preta da Seleção Brasileira
Não aprovei a cor porque ela foi criada simplesmente para arrecadar dinheiro e eu já to de saco cheio da Nike ficar criando tanta camisa assim. É uma diferente por ano. Dêem uma olhada no post que eu fiz sobre a história das camisas da seleção, vocês notarão elas demoravam anos para serem trocadas e sempre tinha um motivo. Agora não, elas são trocadas todo ano e sem motivo nenhum. Quer dizer, até tem um motivo: arrancar dinheiro dos torcedores fanáticos. E a camisa preta foi um exemplo bem descarrado para quem ainda tinha dúvida do real motivo de termos tantas camisas diferentes por aí nos últimos anos.Friday, March 18, 2011
Rivalidade entre Brasil e Argentina - Parte V
1946: Vingança e pernas quebradas
No dia 20 de dezembro de 1945, em Sao Januario, pela Copa Roca, tivemos a nossa primeira goleada contra os argentinos:6 a 2! Gols de Ademir(2), Heleno, Zizinho, Chico e Leonidas. Essa foi também a maior goleada já registrada pelos brasileiros contra os argentinos.
Mais importante que os gols foi um acontecimento durante o jogo: Ademir Menezes, autor de dois gols, fraturou a perna de um dos zagueiros argentinos, o Batagliero. Mas é claro que foi puro acidente né gente, Ademir jogou limpo. Mas isso não significava nada, los hermanos queriam sua vingança.
Até que chegou a hora. Três meses depois, lá se iam os assustados brasileiros para o Sul-Americano de Buenos Aires. Final contra quem? A Argentina, é claro (mesmo porque se não fosse, não teria a menor graça).
Como medida preventiva, o treinador Flavio Costa achou melhor deixar Ademir na reserva. Na véspera, numa tentativa de melhorar o ambiente, o chefe da delegação, Ciro Aranha, levou Ademir para visitar Batagliero. Deitado na cama com a perna engessada, Batagliero os recebeu bem, mas novamente, para a torcida argentina e para os jogadores isso não significava nada. Tanto que no estadio do River Plate, onde o Brasil se concentrou, um jogador chamado Chico recebeu um conselho de um argentino dizendo que seria melhor não jogar, pois os argentinos matariam os brasileiros.
Só que Chico era um gaúcho valente e brigão, que nascera e se criara em Uruguaiana, na fronteira, ou seja, não levava desaforo pra casa. Ele respondeu com raiva: "Pois vao ter que me matar mesmo!".
Trinta e quatro anos depois, em entrevista a revista Placar, Chico, já um pacato cidadão, afirmou que, em dez partidas contra seleções e clubes da Argentina, tinha sido expulso em nove. Merecidamente, admitiu. E ainda declarou: "Sabe de uma coisa? Minha avó é de lá mas eu odiava os argentinos".
Antes da partida, José Salomon, El Gran Capitan, zagueiro e ídolo da torcida argentina, ofereceu uma cesta de flores ao capitão brasileiro Domingos da Guia no centro do gramado. Mas mesmo assim o clima era de ameaças. Numa encenação montada antes, Batagliero havia desfilado de maca em redor do gramado. Dando a impressao que se dirigia aos jogadores brasileiros, a torcida gritava "Mira! Mira".
Era como se dissessem: "Vejam o que voces fizeram com ele. Daqui a pouco tem troco!" Muitos torcedores, atiçados, gritavam: "Queremos la cabeza de Chico e Procopio!".
Bola rolando, e aos 28 minutos, uma bola fora espirrada na intermediária entre Jair e Salomon. O capitão argentino entrou de carrinho para ganhar a jogada de qualquer modo. Para se defender, Jair virou o rosto e levantou a perna, e o choque foi inevitável, com a perna direita de Salomon destrocando-se na sola da chuteira de Jair. Houve fratura dupla: tibia e peronio. Salomon nunca mais se recuperou.
Vendo que o argentino Fonda vinha em sua direção para acertá-lo, Jair chispa para o vestiario. Chico foi tentar acudi-lo, segura Fonda e acaba sendo derrubado por Strembel pelas costas. De repente, ficou sozinho contra uma multidão de argentinos, soldados e jogadores. Levou pontapés, socos e, com as mãos na cabeça, defendeu-se com bravura dos golpes de sabre.
Por alguns minutos, ele viu a morte de perto. Sua sorte foi que um árbitro careca, forte e corajoso, agente da Polícia Especial do Rio de Janeiro, chamado Mário Viana invadiu o campo e abriu caminho entre os cavalos, os soldados e os jogadores argentinos. Ele nunca soube ao certo como conseguiu carregar Chico e levá-lo a salvo até o vestiário.
A noite do desespero ainda não tinha terminado. Aproveitando-se da confusão, umas 500 pessoas pularam para o campo. A policia atirou bombas de gás, mas só a muito custo elas saíram de lá.
O Brasil, que estava trancado no vestiário, não pretendia voltar. Mas o chefe do policiamento do estádio advertiu que, nesse caso, não garantiria a segurança de ninguém (juro que não entendi o porquê!). Lentamente os jogadores foram para o túnel. Chico ficou - além de ter apanhado, estava expulso, juntamente com De La Mata. Zizinho tambem havia sido expulso e foi substituído por Ademir.
Recomeçado o jogo, mal Ademir tocou na bola, levou um soco na nuca que o deixou zonzo. Ademir e ninguém do resto do time brasileiro jogou futebol.
A Argentina fez o que quis e só não marcou mais de dois gols porque não quiz. Os 2 a 0 lhe serviram para garantir o título de campeã sul-americana. E o Brasil se conformou, consciente de que tentar uma vitória equivaleria a praticar um suícidio. Há quem jure que, pelo menos em um dos gols a zaga facilitou. Alguns jogadores, inclusive, chegaram a comentar isso, logo depois que o hidroavião da Panair deixou afinal para trás o Rio da Prata e suas duras lembranças.
De subito alguem se lembrou: E o Chico?
Essa foi BEM feia! Tudo o que eu leio sobre a história do futebol sul-americano comenta sobre esse acontecimento...
Essa foi a última história que eu vou postar, talvez eu coloque mais um resuminho de algumas partidas históricas entre as duas seleções, vou pensar ainda huaauhau
E aí, gostaram?!
Achei um vídeo de um sociólogo falando sobre a rivalidade entre os dois países. Queria mesmo um historiador, mas quem mais estuda futebol é sociólogo msm (eu por exemplo sou a única que estuda isso no programa de mestrado na UEL, mas enfim...)
E uma propaganda do Mastercard Argentino, mto boa huauahauha
Por hoje tá bom né?!
Saudações corinthianas! ;*
Wednesday, March 16, 2011
Rivalidade entre Brasil e Argentina - Parte IV
E agora estou de volta com a continuação da história da nossa relação com a Argentina...
1939: O pênalti sem goleiro
No "episódio" passado, falamos sobre a primeira manifestação de rivalidade forte entre o Brasil e los hermanos. Vocês acham que o Brasil ia deixar barato?! É claro que não né! O Brasil queria vinganca e marcou data e local: 15 de janeiro de 1939, em Sao Januario, pela Copa Roca. Terceira colocada na Copa do Mundo, realizada na Franca no ano anterior, a Selecao Brasileira era considerada excepcional: Batatais; Domingos e Machado; Bioró, Brandao e Medio; Luisinho, Romeu, Leonidas, Tim e Hercules (não que eu ache que vocês conheçam algum deles porque eu também não conhecia heheh).
O azar dos brasileiros era que os argentinos apresentavam uma das maiores formações que o futebol sul-americano já viu: Gualco, Montanez e Coleta; Arcadio Lopez, Rodolfi e Suarez; Peucelle, Sastre, Massantonio, Moreno e Garcia.
E o que aconteceu? O Brasil, que nunca tinha sido derrotado por ninguém dentro do país perdeu feio: 5 a 1, sendo que a reação só chegou após termos tomado 5 gols dos adversários.
Ainda bem que haveria revanche e não demorou muito. Seis dias depois, as equipes retornaram ao estádio do Vasco da Gama, completamente lotado. E não foi nada fácil: o Brasil saiu na frente, os argentinos viraram para 2 a 1, o Brasil empatou e, no finzinho, o juiz Carlos Monteiro (o mesmo dos 5 a 1), conhecido como Tijolo, marcou um daqueles pênaltis duvidosos para o Brasil, claro. E agora? Foi? Não foi? Na dúvida, Lopez agridiu Tijolo e acabou apanhando da polícia. Em represália, os argentinos vão para o vestiário. A porta, dessa vez, estava aberta.
Sem goleiro, Peracio, que tinha entrado no lugar de Tim, bateu afinal o pênalti. Os anais do futebol atestam que o Brasil ganhou por 3 a 2. Fora registrado que os argentinos teriam desistido de jogar, o Brasil foi proclamado vencedor da IV Copa Roca, e o que é melhor, de uma maneira inédita na história do futebol sul-americano.
Cada vez mais eu vejo que essa história de dizer que nós temos rivalidade hoje em dia com a Argentina é pura mentira! O jogo de hoje não chega aos pés do que era antigamente! hauahauh
Se bem que eu achei uma matéria do Globo Esporte de 02/09/2009 que me prova exatamente o contrário...
Que coisa feia hein Luis Fabiano? Que decepção! E pensar que ele vai voltar pro SP e voltar a jogar contra Argentinos, vamos ver no que vai dar...
Pelo menos o meu time tem um histórico bom de relacionamento com Argentinos! Ficaria bem feliz se o Tévez quisesse voltar e trouxesse o amiguinho dele, o Messi. Não acharia ruim não huauahuaha
Saudações corinthianas!
Friday, March 4, 2011
Rivalidades entre Brasil e Argentina - Parte III
Wednesday, March 2, 2011
Rivalidades entre Brasil e Argentina - Parte I

Friday, February 11, 2011
Seleção Brasileira: Vestida para ganhar

1914 - Estréia no Rio
A seleção fez seu primeiro jogo oficial (em que reuniu boleiros de São Paulo e do Rio de Janeiro) contra o inglês Exeter City em 21 de julho de 1914, no Rio de Janeiro. Venceu por 2 x 0 e usou um uniforme todo branco com uma faixa azul na manga.

1916 - Veto na amarela
No 1º Sulamericano, na Argentina, o Brasil usou uma camisa listrada de verde e amarelo, que teve vida curta, pois a aristocracia não admitia que o uniforme do futebol, que era considerado já um “esporte de vagabundos”, levasse as cores principais da bandeira.

1917 - Por sorteio
No 2º Campeonato Sulamericano, no Uruguai, a seleção da casa e o Chile, assim como o Brasil, usavam camisas brancas. Num sorteio, o Brasil teve que trocar sua cor. O único jogo de camisas disponível nas lojas de Montevidéu era o vermelho – usado por nós sem escudo mesmo.

1919 - Branca micada
O uniforme branco e azul foi criado para o 3º Sulamericano, em que o Brasil foi campeão. A combinação também foi usada nas Copas de 1930, 34 e 38. Na Copa de 1950, perdemos a final para o Uruguai no Maracanã, 2 x 1, de virada. Assim, a camisa branca foi aposentada para sempre, pois teria azarado o jogo da final. O brasil jogou de camisas brancas com colarinho azul durante toda a Copa do Mundo de 1950. Além de todos os culpados possíveis as cores também foram incluídas. Foram consideradas insuficientemente nacionalístas. Para o jornal carioca Correio da Manhã o uniforme branco sofria de "falta de simbolismo moral e psicológico".


1954 - A canarinho
Após a derrota de 50, um concurso foi feito para a escolha do novo uniforme. Com o apoio da Confederação Brasileira de Desportos, entidade então responsável pelo futebol brasileiro, o jornal lançou um concurso para a criação de um novo uniforme usando todas as cores da bandeira brasileira. A seleção usaria o projeto vencedor na Copa do Mundo de 1954, na Suíça. O vencedor foi Aldyr Garcia Schlee, 19 anos, gaúcho de Pelotas, que trabalhava em um jornal local. O próprio Aldyr escandalizou-se com o projeto (até então nenhum time usava quatro cores juntas no mesmo uniforme). Após desenhar centenas de modelos, finalmente Aldyr desenhou um modelo que, para ele, era o "menos feio"...vejam como são as coisas...não é que foi esse o modelo vencedor. Concorrendo com mais de trezentos outros projetos de todo o país. O modelo vencedor era assim: camisa amarela com colarinho e punhos verdes; calções azuis com uma faixa vertical branca; meias brancas com detalhes em verde e amarelo. Como não tinha o tom correto de azul celeste da bandeira, Aldyr usou o que tinha-azul-cobalto-que foi fielmente reproduzido e continua no uniforme até hoje. O Brasil estreou o novo uniforme no Maracanã, no dia 14 de Março de 1954, numa vitória sobre de 1x0 sobre o Chile.


1958 - Cor da sorte
Na Copa da Suécia, o Brasil só levou a camisa amarela. Na final contra os suecos, também de amarelo, a seleção teve de procurar outra cor. Não tendo preparado um uniforme reserva, o Brasil recortou os escudos de suas camisas amarelas e os custurou sobre um jogo de camisas azuis compradas de última hora em uma feira livre de Estocolmo. O primeiro título mundial conquistado a consolidou como a número 2. (A justificativa para a azul: a cor era a mesma do manto de Nossa Senhora).

1978 - Com listras
O Brasil assina um contrato com a Adidas para o fornecimento de material esportivo. O uniforme continua com suas cores, mas as mangas ganham três listras verdes. Na Copa somos os “campeões morais” – apesar de invictos, ficamos em terceiro lugar.

Camisa do tricampeonato mundial de futebol em 1970

Uniforme de 1978
1980 - Ramo de café
A sigla CBD é substituída pela sigla CBF (Confederação Brasileira de Futebol). A nova entidade passa a gerir apenas o futebol. A Topper passa a produzir os uniformes e pela primeira vez aparece estampada uma logomarca de um patrocinador, o Instituto Brasileiro do Café (IBC).


Camisa do "quase-título" de 1982
1994 - Marca-d’água
Mais uma troca de fornecedor. Agora é a vez da inglesa Umbro. A nova camisa deu sorte. Logo na primeira Copa, o Brasil, de Romário, sagrou-se campeão. A camisa da Copa de 94, nos Estados Unidos, trazia uma marca-d’água na frente com o escudo da CBF.

Camisa da Copa de 1990

Camisa do Tetracampeonato em 94
2006 - Amarela básica
A gigante Nike – que assinara com a CBF em 1996 – faz uma camisa com grafismos no ano do penta, 2002. Em fevereiro de 2006, sai a da Copa da Alemanha: uma amarelinha mais básica. Em abril, o contrato foi renovado até 2018, a 12 milhões de dólares por ano.
Wednesday, September 15, 2010
Sou Ronaldo
E quem seria esse ídolo?! Eu já falei sobre ele aqui...
O Ronaldo, é claro. Difícil essa hauahaua
Ronaldo Luís Nazário de Lima, nascido em 22 de Setembro de 1976 no Rio de Janeiro. Jogou no Cruzeiro, no PSV Eindhoven, Barcelona, Internazionale, Real Madri, Milan e Corínthians.
Participou de 4 Copas do Mundo, vencendo duas. É o maior artilheiro da história das Copas, com 15 gols. Foi considerado o melhor jogador do mundo por 3 vezes, sendo o mais novo a ganhar o prêmio (com 20 anos em 1996) e o primeiro a ganhar duas vezes consecutivas (96 e 97).
Enfim, é um belo de um jogador, um fenômeno. Mas o que sempre me impressionou nele não é tanto os títulos, mas sim a capacidade dele de se superar. Pensem vocês, depois de tantas lesões, tantas cirurgias, ele ainda está jogando. Se pobres mortais como nós, se temos que passar por uma cirurgia, não nos atrevemos nem a subir escada mais, imaginem ele que voltou a jogar futebol profissionalmente, no mesmo nível que jogava antes. Isso não é pra qualquer um, definitivamente.
Quando ninguém acreditava nele, depois de 1 ano se recuperando de lesões, acima do peso, ele ganha a Copa de 2002, sendo o artilheiro dela. Eu lembro muito bem dessa Copa. Nunca duvidei que ele faria a diferença.
Assim como não duvidei quando ele chegou no Corínthias. Lembro que eu estava nos EUA quando soube que o Timão tinha o contratado. Eu era a única corinthiana de um grupo de 20 pessoas mais ou menos. Eu avisei que os times de todos eles estavam ferrados. Nós só tínhamso contratado o melhor jogador de todos os tempos. Eles me zuaram um pouco, dizendo que ele estava gordo, mas eu consegui sentir uma pontinha de medo neles. Senti medo dos adversários também, que só de cruzar com ele no campo, já tremiam as pernas.
Acho um absurdo os jornalistas que metem a boca nele e depois quando ele faz algo extraordinário ficam pagando pau. Como o Ronaldo mesmo diz, quando ele tá fazendo gol e ganhando, ele é lindo e magro. Quando ele não está, é gordo e feio. Mas de certa forma, acho que as críticas servem de estímulo pra ele. Nada melhor do que calar a boca de quem não sabe o que está dizendo. Ele deve adorar fazer isso, principalmente porque tem noção do seu potencial.
Vi uma entrevista esses dias com o presidente do Corínthians (não lembro o nome dele, sorry) dizendo que ele agrega muito valor e torcedores ao time, pois mesmo que a pessoa não goste do Corínthians, torce pro Ronaldo, às vezes até assiste jogo por causa dele. Ele é assim, mesmo com momentos polêmicos, ele tem um carisma tão grande, que faz até Palmeirense e Santista assistir jogo do seu maior inimigo huauahau
Lembro de quando ele fez o primeiro gol no Conrínthians, de ter derrubado a tela de proteção que separava a torcida do campo, de levar cartão amarelo por isso, só porque foi comemorar com a torcida. Fazia 1 ano que ele não fazia um gol e deu pra ver na cara dele a felicidade estampada. O mundo todo falou desse gol dele, porque o mundo inteiro aprendeu a acompanhar os milagres que ele faz dentro de campo. Depois de tudo o que ele conquistou, é incrível como ele consegue ficar feliz com 1 gol no campeonato paulista. Outra coisa que eu admiro nele, ele me parece ser bastante humilde. Isso no mundo do futebol é bem raro né.
Para encerar, vou colocar uma música que um Flamengista fez pra ele, depois de ter feito esse primeiro gol no Timão. Só ele mesmo pra conseguir um feito desse hehehe
Marcelo D2
Sou Ronaldo
Muito prazer em conhecer
Eu sou Fenômeno
Ronaldo Nazário dos Campos
E quero muito agradecer a Deus por ter me escolhido no meio de tantos
Igual a todo brasileiro eu sou guerreiro
Às vezes caio, mas eu me levanto
Mas eu me levanto
é parceiro, mas eu me levanto
Sou Ronaldo
O desafio sempre esteve e estará em minha vida
E eu já nem me espanto
E se o mundo é uma bola, a gente tem que entrar de sola pra ganhar o campo
Eu não me intimido e parto pra cima
E só me contento ao ouvir a galera entoando esse canto
ô ô ô ô ô Ronaldo é Goooooool
ô ô ô ô ô Ronaldo é Goooooool
Sou Ronaldo
Nasci no Rio de Janeiro
Alô-alô, Bento Ribeiro, minha área
Eu sou Ronaldo
Jogo na linha, a nove é minha
Ninguém tasca eu vi primeiro
Artilheiro, eu sou Ronaldo
O meu desejo é ser criança
E não perder a esperança de ver o jogo mudar
Eu sou Ronaldo
A minha fome é de bola
A minha sede é de gol
Balança a rede, eu sou Ronaldo
Sou de suar minha camisa
Conquistar minha divisa
Eu já provei que eu sou Ronaldo
E se você não acredita que eu não sou de fazer fita
É só esperar pra ver
ô ô ô ô ô Ronaldo é Goooooool
ô ô ô ô ô Ronaldo é Goooooool
E quando o tempo é de Copa
Os gringo fica ligado
Mais de 170 milhões sou Ronaldo
R9, todo mundo sabe:
Homem-gol!
Tu é Ronaldo, o Brasil é e eu também sou
Qualquer problema, meu cumpade
Tiro de letra
Tô sempre pronto
Já ouviu?
A pátria tá de chuteira
Perrengue a gente passa
Eu nunca tô de bobeira
A bola quica
Eu pego ela de primeira
ô ô ô ô ô Ronaldo é Goooooool
ô ô ô ô ô Ronaldo é Goooooool
ô ô ô ô ô Ronaldo é Goooooool
ô ô ô ô ô Ronaldo é Goooooool
http://www.vagalume.com.br/marcelo-d2/sou-ronaldo.html#ixzz0zcn9c0Mb
Eu já disse isso aqui, pra mim ele é o melhor jogador do mundo e da história. Tá, o Pelé é foda. Mas o Ronaldo ta pau a pau pra mim =)
Livro de hoje: A dança dos deuses: futebol, sociedade e cultura - Hilário Franco Júnior
Saudações Corinthianas!
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